Alerta que a direita está dizendo o que pretende fazer: contratação por hora, jornadas longas, mudanças na Constituição. Pede atenção ao voto no 2º turno.
Postado por Nay Ruiz | Branding & Influência em 09/10/2026. Ver o post original
O que é falado no vídeo
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Vocês viram isso?
Esse post da Alicia Klein chegou a uma conclusão que precisa virar vídeo.
A direita tá falando a verdade pra você.
A gente é que precisa começar a acreditar.
Em menos de 48 horas, o campo político que pode assumir o Brasil, falei jornadas de até 16 horas por dia, apresentou um modelo que pode reduzir salário e direitos proporcionalmente, elegeu uma deputada antifeminista com quase 2 milhões de votos e prometeu ficar décadas no poder.
E talvez o maior perigo seja ouvir tudo isso e responder, ah, mas eles não vão fazer essas coisas.
Eles vão.
Eu sou Nay Ruiz e aqui a gente analisa o que está por trás das coisas que a gente vê.
O plano de Flávio Bolsonaro fala em jornada flexível e em liberdade do trabalhador.
Na prática, a proposta defendida pelo grupo dele permite contratação por hora, com salário, férias, 13º e FGTS proporcionais ao tempo trabalhado.
A proposta apoiada por Lula reduz a jornada para 40 horas, estabelece dois dias de descanso e preserva o salário.
A de Flávio permite reduzir as horas e reduzir junto a remuneração e os direitos.
E Mauro Mendes, senador eleito e aliado de Flávio, foi ainda mais claro.
Particularmente defendo que o trabalhador no Brasil possa trabalhar 12, 14, 16 horas por dia.
Ele chegou a chamar de absurdo o fato de uma empresa poder ser responsabilizada por submeter alguém a uma jornada exaustiva.
Detalhe importante, trabalhar 11 horas não caracteriza automaticamente trabalho escravo, mas a fala reserva com absoluta clareza qual lado ele considera excessivamente protegido nessa relação, o trabalhador ou o patrão.
Também disseram o que pensam das mulheres.
Eduarda Campopiano foi eleita deputada estadual com quase 2 milhões de votos.
Não, eu acho que feminicídio não existe.
Um homem que não sabe ser agressivo quando precisa não é um grande exemplo de ódio.
Ela fez do antifeminismo uma bandeira, rejeita a tipificação do feminicídio, ataca o direito ao aborto mesmo nos casos previstos em lei e depois da eleição anunciou.
A guerra tá só começando.
Não foi uma frase descoberta depois da votação.
Era a identidade política apresentada durante toda a campanha.
E então o próprio Flávio afirmou.
Ele também falou em usar a nova maioria do Congresso para mudar a Constituição.
Percebe?
Nada disso está escondido.
O perigo nesse momento não está em descobrir que eles mentiram, está em ouvir a verdade, tratar como bravada e entregar o poder mesmo assim.
Gente, voto não é torcida, voto não é prêmio, voto é autorização.
No segundo turno, a pergunta não é só em quem você acredita, mas é em que você está autorizando essa pessoa a fazer com o seu salário, com o seu descanso, com os direitos das mulheres e a democracia.
E se alguém disser que eles não teriam coragem, manda esse vídeo aqui para eles.
Porque coragem eles demonstraram já.
Projetos eles apresentaram.
Aliados e cadeiras no Congresso eles já conquistaram.
O que falta agora é a nossa autorização e essa a gente ainda pode negar.