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Crítica de Lula por 20 anos explica por que vai votar nele

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Postado por Joice Hasselmann em 22/10/2026. Ver o post original

O que é falado no vídeo

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Por favor, veja este vídeo até o final, porque ele trata do futuro do Brasil, da permanência ou não da nossa democracia.

Há dias que valem por 20 anos, domingo é um deles.

Seu voto conta mais do que você imagina.

E eu decidi, depois de muita reflexão, declarar o meu.

Afinal, perder uma eleição, tudo bem.

Perder a democracia jamais.

Eu sou Joyce Hasselmann, amada por uns, criticada e até odiada por outros.

Isso nunca me pautou.

Eu sempre disse a verdade como a vi e paguei caro por isso.

Jornalista, enfrentei a esquerda quando quase ninguém na mídia tinha coragem.

Foram mais de 20 anos de enfrentamento ao Lula e ao PT.

Processei Lula, fui processada por ele.

Em 2015, demitida da Veja por dizer que Lula e Dilma roubaram o futuro do Brasil.

Continuei firme.

Em 2018, acreditei em Bolsonaro.

Sim.

Fui a primeira mulher com expressão nacional a pegar pelas mãos dele e a rodar o Brasil.

Entrei, como se diz, na cozinha dele.

Lutei pelo que eu acreditava ser uma grande mudança.

Lutei pelo que acreditei que seria a maior frente de combate à corrupção desse país.

Lutei pela esperança de um Brasil melhor.

Fui a deputada federal mais votada da história.

Tive mais de um milhão de votos.

Eu fui líder do governo Bolsonaro no Congresso Nacional.

Liderei a reforma da Previdência.

Mas ainda no primeiro ano do governo Bolsonaro, minhas esperanças de um país melhor foram embora.

Eu vi.

e Clã por Dentro.

Começou com a podredão dos filhos, a farsa da esposa, vieram os aliados corruptos e a corrupção foi acontecendo de forma quase industrial.

O mal tinha vencido dentro do governo.

Eu errei em ajudar, mas não poderia ficar de braços cruzados, então denunciei tudo, ainda em 2019, primeiro ano de governo.

Eu deixei a liderança do governo Bolsonaro para denunciar a barbárie.

Fui a primeira a denunciar a existência da minuta do golpe que estava na gaveta do presidente da república.

Levei informação ao presidente do STF.

Esta minuta já existia no primeiro ano de governo.

Eu perdi poder, aliados, base, fui agredida, grampeada, perseguida, espancada, mas não desisti.

O tempo mostrou e comprovou que tudo que eu denunciei, debaixo de um linchamento moral, aconteceu.

Hoje posso confirmar, os dois lados não são iguais.

Um tem ideias que combato há décadas, mas dentro das regras da democracia.

O outro, a família miliciana ligada a facções criminosas, a família capaz de qualquer coisa, inclusive de mandar matar, é o grupo que representa ódio, mentira, violência, crimes, roubo.

Gente que nunca trabalhou, nunca produziu nada além de maldade e perversidade e que vive do dinheiro público recebido e roubado.

Gente que destrói quem questiona.

Democracia, para eles, é um obstáculo, uma afronta.

Então, apesar de todo o meu histórico de enfrentamento ao PT, domingo, dia 25, eu, Joyce Hasselman, voto Lula.

Sem medo.

Dia 26, volto ao debate de ideias.

Sim, volto à oposição, mas dentro do processo democrático, onde é possível fazer oposição.

Voto Lula, sem meias palavras, sem hipocrisia.

Essa minha declaração vai me custar caro.

Vai me custar amizades, algumas portas fechadas, muitas e muitas críticas.

Já perdi muito e não tenho medo de perder.

Se o preço for contar o que vi e vivi e escolher o processo democrático e não um processo ditatorial de décadas de poder.

Ou alguém em sua consciência acha que o clã pro golpe vai aceitar uma pessoa que não tenha sobrenome Bolsonaro na disputa pela presidência?

É muita ingenuidade.

Quero que lembrem que tudo o que eu denunciei aconteceu.

Pesão preso, minuta do golpe que já existia, Jair preso, com outros mais 10, muitos deles me perseguiram.

Eu acertei todas as previsões.

E tenho mais uma, anote aí.

Flávio Bolsonaro será preso.

Os crimes dele se empilham um no outro.

Desvio de dinheiro, superfaturamento de vacinas, sócio oculto em Betis, jatinho de bilionário, o centro dos esquemas de Vorcaro, as lavanderias de dinheiro.

Para Flávio, ganhar a eleição é ganhar tempo e saquear ainda mais o país.

Ele sabe que o chão some com a democracia em pé.

Discordem se quiserem, critiquem, deletem.

Eu falo o que vi e vivi.

Entre discordar e o mal maior, eu fico com as regras do jogo, eu voto em Lula no domingo, dia 26 haverá jogo, ou com os milicianos, eles roubariam a bola e interditariam o campo.

Pense nisso, vote no domingo.

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