Eu não acredito na tipificação de feminicídio, eu não acho que feminicídio seja algo que exista.
Essa é a deputada estadual mais votada de São Paulo.
O que é interessante é que em termos de crimes, falar para o juiz que não acredita em roubo depois de roubar não vai mudar muita coisa, por exemplo.
Agora a deputada por São Paulo eleita com quase 2 milhões de votos explica suas razões dessa forma.
Um homem que não sabe ser agressivo quando precisa não é um grande exemplo de homem.
Feminicídio é uma armadilha semântica. Nenhuma mulher morre por ser mulher.
Mulher morre porque o namorado não aceitou o fim do namoro. Não porque ela é mulher.
Morre por quê? Porque o cara descobriu uma traição, sei lá. Não é porque ela é mulher.
Levando em consideração apenas a descrição daquele que realizou o crime.
Quando o feminicídio, que existe, tem uma raiz histórica e cultural muito importante de sujeição da mulher ao homem.
Até pouco tempo atrás, na legislação, as mulheres eram tratadas como seres incapazes, quase como crianças.
O Código Civil de 1916 dizia que a mulher só podia trabalhar fora de casa se o homem permitisse.
Até pouco tempo atrás, ela só viajava com autorização expressa escrita à mão pelo homem.
Por que essa preocupação? Para a manutenção dos direitos do homem sobre a mulher.
Até controle sobre o próprio corpo da mulher, até 77, ele podia pedir divórcio, caso comprovado que ela já tivesse tido relações sexuais antes do casamento.
Então o corpo não é dela.
A eleição começou em 2026, terminou em 64, ou o segundo turno vai até 33.
Feminicídio não é sobre essas brigas de casal, é sobre a sujeição sistemática da mulher ao homem, que leva a diversos tipos de violência pelas razões que o homem escolher explicar.
Daí deputados parlamentares, mulheres, que vão fazer o papel que os homens esperam que elas façam, para uma ampla base de apoiadores e seguidores que são homens,
porque vem claramente uma mulher fazendo o papel que eles esperavam que elas fizessem.
Talvez até mais fácil para os homens, não precisam mais impor isso, que as mulheres se ponham nos seus lugares automaticamente.