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Ela vota 13 no dia 25 e culpa o bolsonarismo pelo ódio na política

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Pede voto em Lula, no número 13, no 2º turno de 25 de outubro. Diz que o bolsonarismo espalha ódio nas redes e mistura religião com política.

Postado por Anitta 🎤 em 09/10/2026. Ver o post original

O que é falado no vídeo

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No dia 25, eu vou votar 13 para presidente.

Eu vou votar no Lula.

Como vocês já sabem.

Os motivos já foram ditos por mim ao longo de todos esses anos.

Muitos anos em campanhas, entrevistas, posicionamento direto, posicionamento sobre pautas no Congresso.

E esse ano, artisticamente...

Com o meu álbum, né?

Equilíbrio.

Eu confesso que esse ano eu fui bem ingênua, eu tava convicta de que o Lula ia ganhar no primeiro turno, por uma arrogância minha mesmo de achar impossível em 2026 a maioria do país ainda dar credibilidade ao bolsonarismo, mas eu tava errada, né?

É importante a gente reconhecer e descer do salto.

Como disse uma amiga minha esses dias, que já me ensinou muito sobre política e sobre a esquerda, ela falou pra mim, vai estudar.

Valeu um livro.

E eu vou, porque eu sempre vou.

Tem um pouco de tempo, mas enfim, tem um tempo que eu tenho buscado estudar.

Mas infelizmente, a vida está puxada.

E nem todo mundo está com tempo, ou até com paciência, de ler livro antes de votar, ou de expressar sua opinião política.

E eu não julgo.

É isso, é uma democracia.

Só que assim, a internet parece ser uma ótima solução para simplificar os assuntos, mas para questões muito complexas é impossível uma resposta ser simples assim.

A política é complexa e isso parece ser feito de propósito, né?

O bolsonarismo vive de um mercado que influencia a população através das redes sociais com base religiosa radical e que usa de toda essa complexidade para confundir o cidadão.

que traz temas para viralizar e conseguir votos através de fama, sempre conquistada pelo engajamento de alguma coisa estúpida, de uma discussão estúpida, absurda, criminosa, inacreditável, coisas que deveriam ser inaceitáveis de serem faladas, agora elas são faladas, com normalidade.

Para mim, que ainda preciso de muito livro para ler, a direita, na minha opinião, era Fernando Henrique Cardoso, Alckmin, Serra,

Nessa época, a direita e a esquerda disputavam e, no fim, cada um aceitava o resultado das votações, parabenizava educadamente seu opositor e vira que segue.

Política, isso é política.

Ninguém acusava fraude das urnas sem prova, ninguém citava quebra e golpe de Estado caso perdesse, o candidato aceitava as regras do jogo, mais conhecida como Constituição.

E pronto, né?

E o mais importante, ninguém promovia o discurso de ódio.

Ódio ao gay, aos transgêneros, ao preto, à lésbica do cabelo curto, que agora vai ter que deixar crescer porque o Flávio tá chegando.

O ódio à mulher que não deve ter o direito de votar.

O ódio dentro de casa, onde os familiares romperam as relações por votarem diferente.

A gente não devia ser obrigada a odiar a gente que a gente ama, que já ajudou a gente na vida, que nos criou, gente da nossa casa, um amigo que a gente gosta de conviver.

Mas quem começou isso foi o bolsonarismo.

Por isso que eu não chamo o bolsonarismo de direita.

Eu não chamo.

Eu chamo de bolsonarismo.

Porque a direita, ela sempre existiu.

E as coisas não eram assim.

A direita e a esquerda, de verdade, apresentavam propostas reais de governo.

E aí o cidadão escolhia um lado e outro lado.

Pronto.

O bolsonarismo não.

O bolsonarismo apresenta bafafá midiático, idolatria a um país estrangeiro, incita a briga entre as pessoas.

É o fanatismo ao governo estadunidense ao ponto de entregar nosso país e toda a nossa riqueza nas mãos de um cara que tá cagando e andando pro Brasil e pro povo brasileiro.

E o pior malcaratismo de todos, que pra mim é...

Início do fim.

É misturar religião com política.

É fazer o povo acreditar que partido político é uma escolha entre família, entre Jesus Cristo e a promiscuidade, o capeta, nem sei qual é a outra opção.

Isso devia ser considerado crime.

O fato de você enxergar as problemáticas políticas em torno do Lula, que não pode ser ignoradas, isso não pode apagar os benefícios que os projetos dele trouxeram e ainda trazem há anos para tantas pessoas necessitadas.

Tanta gente que saiu da miséria, são milhões de relatos aqui na internet, não é nem difícil de você achar.

É que as pessoas não querem ver.

E eu queria dizer agora para o meu público, para o meu fã que comenta, que engaja, que posicionamento também é fazer o que eu venho fazendo há anos, sem medo, perdendo milhões de seguidores, não é milhares, é milhões, porque eu nunca tive medo.

E só no ano de 2026, não só apoiei as causas que eu sempre apoio, a favor das mulheres, dos indígenas, do meio ambiente.

Intolerância e Racismo Eligioso, como também iniciei campanha pro fim das betas, apoiei o fim das escolas 6x1, autorizei os responsáveis de usar minha música como tema da campanha, música essa que tava num álbum que pra mim é o próprio álbum político por si só, que eu escolhi esse ano pra lançar por saber que posicionamento é todo dia, um álbum popular, que traz uma mensagem tão importante pras pessoas, que é uma mensagem que é o oposto de tudo que o bolsonarismo prega.

Então, o posicionamento pra mim, que é todo o dia, que eu sempre fiz há muitos anos, tá em quem você escolhe pra trabalhar com você, tá nas suas entrevistas, tá na sua obra de arte, tá?

Então, se o futuro do país, isso é uma coisa que eu sempre fico pensando e gostaria de trazer pra você pensar.

Se o futuro do país dependesse só das suas ações, do que você faz, sem valer na conta o que você fala na internet, o que você curte, o que você comenta, que país nós teríamos?

Graças a Deus, quando eu me faço essa pergunta, a minha consciência dorme tranquila.

Porque eu sou mulher, trabalhadora, vim da favela, sou cadublecista.

E nunca me abstive.

Nunca me abstive de me colocar, me posicionar, de trazer pro público o que eu acredito que seja muito importante da minha maneira.

Não sei se é da maneira que todo mundo acredita.

Talvez é a maneira que eu acredito.

Mas é isso, posicionamento é todo dia.

E isso eu sei que eu faço, sempre fiz e sempre farei.

E quem me acompanha, quem me segue...

Quem me acompanha nos últimos dias, no último mês, no último ano, nos últimos 3, 4, 5, 6 anos, acompanha o meu posicionamento.

Todos os dias.

Posicionamento não é um dia, não é na hora que se quer, não é na hora que tá virando trend na internet.

Posicionamento é todos os dias.

E todos os dias eu tô lá.

O meu voto é 13, o meu voto é Lula, porque não tem como ser diferente disso diante de todas as circunstâncias que o Brasil tá vivendo agora.

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