Flávio diz que admirava Adriano da Nóbrega e acredita que ele não era miliciano. Entrevistada alega que parentes dele foram empregadas pelo gabinete de Flávio.
Eu aprovei a medalha Tiradentes e fui entregar para ele dentro do BEP.
Você entregou a medalha para ele preso?
Dentro do BEP, eu fui lá entregar dentro do BEP, porque eu acreditava nos caras, acreditava que eram pessoas inocentes, que eram referência, e eram de verdade.
Eu mergulho muito em ser feito isso.
Eu mergulho muito em ser feito isso.
Aí depois, o Adriano, quando sai da cadeia, um tempo depois, acusam ele de ser miliciano.
Eu acredito que o Adriano não era miliciano.
Eu acredito que o Adriano não era miliciano.
Você chegou a ser amigo dele?
Adriano era o principal suspeito de chefiar o escritório do crime.
O grupo de matadores de aluguel mais conhecido do Rio.
Ele fugiu...
e morreu assassinado numa operação policial na Bahia.
Nesse intervalo, a mulher dele passou 11 anos empregada no gabinete de um deputado.
Sim, um deputado resolveu empregar, usando dinheiro público, não uma, mas duas parentes de um matador de aluguel que tinha sido absolvido por seus crimes por intervenção dos bandidos do jogo do bicho.
Segundo sua própria irmã.
O deputado...
O cara que eu adorava, o cara que eu admirava, o cara que eu convivia.