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Flávio mandou emenda a miliciano do caso Marielle; veja a trajetória

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Percorre a trajetória de Flávio Bolsonaro: rachadinha na Alerj, ligação com o miliciano Adriano, Copenhagen, Banco Master e emenda ao Peixe, do caso Marielle.

Postado por Calma Urgente! em 28/09/2026. Ver o post original

O que é falado no vídeo

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Vamos começar com o começo da vida profissional dele.

Antes de ser eleito, antes de ter o primeiro cargo como deputado, ele já tinha um cargo de 40 horas semanais na Câmara em Brasília.

Em Brasília, localmente do PPB, que era o Partido Progressista Brasileiro.

De Paulo Maluf, Celso Pitta.

E foi aí que ele começou sua carreira com um cargo, ao mesmo tempo em que fazia faculdade presencial e estágio.

No Rio de Janeiro.

No Rio de Janeiro!

Vocês estão entendendo?

Assim ele estreia a vida política dele.

Como um NEPO Ghost.

Em 2002, Alê, ele se elege, não é?

Ele assume em 2003, né, e ele fica um tempo longo na LERJ.

E aí o gabinete do Flávio na LERJ é esse gabinete onde existem indícios de rachadinha.

Então é no gabinete do Flávio que os assessores...

teriam devolvido parte dos salários ao Fabrício Queiroz, que trabalhava com eles e que, segundo o Ministério Público, era o operador do esquema de rachadinha.

E, em 2020, o Flávio foi, portanto, denunciado por organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e apropriação em débita em conexão com esse esquema de rachadinha no gabinete dele na Alerj.

E é bom lembrar que ele nunca foi inocentado.

Então, houve ali um cambalacho no final para o Flávio não ser levado a julgamento.

Durante o governo Bolsonaro.

Ele ao mesmo tempo que se aproxima, ele também se une a uma turma que é muito próxima do próprio Queiroz, porque o Queiroz, ele ao mesmo tempo que movimenta a grana, também tem ligação sim com a banda podre da polícia, chamada assim, chama como quiser, inclusive com grupos de extermínio, como o escritório do crime.

Acho que o pivô da relação do Flávio com o escritório é o famigerado Adriano da Nóbrega, ex-policial, miliciano, parte de um grupo de extermínio.

Mas não só o próprio Adriano foi condecorado pelo Flávio quando era deputado estadual, mas o Flávio empregou no seu gabinete a mãe e a mulher do Adriano da Nóbrega.

Acertos que eram feitos de muitas maneiras nos bastidores, o que leva também a um outro escândalo da família Bolsonaro, que é a Copenhagen.

Ele virou sócio de uma loja da Copenhagen.

Ela ficava no Via Parque e essa loja tinha um lucro maravilhoso, espetacular e muito regular.

O que era muito estranho.

Não tem franquia, você consegue analisar.

E foi isso que a Polícia Federal fez.

Falou, epá, não tá batendo.

Como é que essa loja vende igual?

O que acontece no Via Parque que não tem Páscoa?

Ou que é Páscoa o ano inteiro?

E como é que o pessoal lá só compra chocolate com dinheiro vivo?

Paralelo a todos esses escândalos...

O Flávio Bolsonaro também tem um escritório de advocacia Ele abriu um escritório que parece especializado nessas pessoas que cometeram crimes usando farda, crimes em nome do Estado Você quer contratar o Flávio como seu defensor no Senado da República

E vamos lembrar que também tem relações com os milicianos que mataram a Marielle.

Sabe uma coisa que eu tô com a impressão, Bruno?

Todos os escândalos de corrupção do Brasil levam a Flávio Bolsonaro.

30 milhões pro Vorcaro, vamos lá, Banco Master.

INSS, careca do INSS, não tem nada a ver.

Willer Tomás, irmão dele, assim, de Jatinho, parceiro de Jatinho, movimentou 45 milhões.

Rio de Janeiro, CV, Rodrigo Bacelar, irmãozão do cara.

Vamos pegar uns que eu não tenho nada a ver.

Faraó das Bitcoins.

Foi advogado do Faraó das Bitcoins.

Flávio Bolsonaro.

E a sócia do escritório de advocacia do Flávio é irmã do sócio do careca do INSS.

Esse é o escritório.

Mas um elemento, né, pra esse longo histórico de acusações que pesam contra o Flávio que a gente traçou aqui, é dessa emenda que o gabinete do Flávio destinou a um miliciano condenado no Rio de Janeiro.

R$199 mil, gente, destinados ao Peixe, que é ex-assessor do Domingos Brazão.

E que é acusado pela PGR de integrar justamente a organização criminosa do caso Marielle E quem deu o tiro foi quem?

O vizinho do Jair Bolsonaro

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