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00:00 Eu aprovei a medalha de Tiradentes e fui entregar pra ele dentro do BEP.
00:02 Tu entregou a medalha pra ele preso?
00:03 Dentro do BEP.
00:04 Eu fui lá entregar dentro do BEP, porque eu acreditava nos caras.
00:07 Acreditava que eram pessoas inocentes, que eram referência e eram de verdade.
00:10 Então eu mergulho muito de ter feito isso.
00:12 Eu mergulho muito de ter feito isso.
00:14 Aí depois, Adriano, quando sai da cadeia um tempo depois,
00:17 acusam ele de ser miliciano.
00:19 Eu acredito que o Adriano não era miliciano.
00:21 Eu acredito que o Adriano não era miliciano.
00:23 Você chegou a ser amigo dele?
00:25 Eu não posso falar que ele era um amigo dele, mas era um cara que eu adorava,
00:28 um cara que eu admirava, um cara que eu convivia.
00:30 Um cara que eu adorava, um cara que eu admirava, um cara que eu convivia.
00:35 O Adriano era o principal suspeito de chefiar o escritório do crime.
00:39 O grupo de matadores de aluguel mais conhecido do Rio.
00:43 Ele fugiu e morreu assassinado numa operação policial na Bahia.
00:48 Nesse intervalo, a mulher dele passou 11 anos empregada no gabinete de um deputado.
00:55 Assim, um deputado resolveu empregar, usando dinheiro público,
01:01 não uma, mas duas parentes de um matador de aluguel
01:05 que tinha sido absolvido por seus crimes,
01:08 por intervenção dos bandidos do jogo do bicho.
01:11 Segundo sua própria irmã, o deputado era Flávio Bolsonaro.
01:15 Um cara que eu adorava, um cara que eu admirava, um cara que eu convivia.
01:20 O dia.