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Adriano da Nóbrega foi policial militar acusado de homicídio
e depois apontado pelo Ministério Público como chefe de uma milícia no estado do Rio de Janeiro.
Em 2005, Flávio Bolsonaro, então deputado estadual, concedeu a ele a medalha Tiradentes, a mais alta honraria da Assembleia do Rio.
Adriano estava preso na época.
Mais tarde, a mãe e a esposa desse mesmo Adriano foram empregadas no gabinete de Flávio.
É o que consta nas investigações.
Flávio diz que não sabia e que nunca foi condenado.
É verdade, o caso das rachadinhas foi anulado por decisão do STJ, que considerou parte das provas inválidas sem julgar o mérito.
Mas uma pergunta continua, quem se relaciona com esse tipo de gente merece comandar a segurança pública do país?
Quem combate a milícia sabe, ela vive de poder, de proximidade com o Estado e de impunidade.
Entregar a segurança pública a quem teve esse tipo de proximidade é colocar a raposa para cuidar do galinheiro.
Por isso, eu voto Lula.