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Flávio Bolsonaro vai administrar o Brasil como uma empresa.
Igual administrou a dele, uma loja de chocolate da Copenhague.
Uma loja onde era Páscoa o ano inteiro.
E o melhor, chovia dinheiro vivo.
Mais de 1.500 depósitos em espécie.
Um fenômeno.
A loja recebeu 1.600.000 a mais do que vendeu.
Isso é gestão.
E como presidente, vai buscar as melhores parcerias, igual no escritório de advocacia dele, que só trabalha com gente de primeira.
Carteira de clientes?
Dois ex-sócios do faraó dos bitcoins, réus na pirâmide de 38 bilhões.
E o escritório ainda emitiu 1 milhão e meio em notas para empresas ligadas ao dono do Banco Master.
Isso é networking.
Não caia na conversa de que Lula e Flávio são iguais.
Não são.
O Flávio representa o pior da política brasileira, denunciado por rachadinha e lavagem de dinheiro, hoje investigado pela Polícia Federal.
É disso que a gente está farto.
No segundo turno, não precisa fazer o L, é só apertar 13.