Por que Flávio defendeu o PM acusado de matar Ana Clara, de 5 anos?
Postado por Revelando Brasil em 30/09/2026. Ver o post original
Postado por Revelando Brasil em 30/09/2026. Ver o post original
Por que será que um senador decidiria perder o seu tempo defendendo um cabo acusado de assassinato?
Ana Clara tinha 5 anos, tinha acabado de acordar e estava na porta de casa.
Mãe, quando eu cresci eu vou ser igual a você.
Ela tinha o cabelo cacheado, a carinha redonda, tudo ela queria ser igual a ela.
Então um homem atirou em Ana Clara quatro vezes.
Ana Clara chegou no hospital sangrando nos braços da mãe e não voltou.
Me dói muito porque eu não vou ver minha filha crescer, sabe?
Eu não vou ver os 15 anos da minha filha.
O delegado da Polícia Civil, que foi diretamente para o local do assassinato da Ana Clara, diz não ter dúvidas de quem atirou.
Somente um policial militar atirou.
A certeza que eu tenho é que eu nunca mais vou ter minha filha de volta.
Cinco anos e sete meses depois, nunca foi julgado.
Eu só quero que a justiça seja feita.
E no momento em que parecia que ele finalmente seria levado a júri popular, surgiu no processo um advogado novo.
Esse advogado era o senador Flávio Bolsonaro.
Por que será que um senador...
Decidiria perder o seu tempo defendendo um cabo acusado de assassinato.
Eu só quero que a justiça seja feita.
O que a gente sabe é que a milícia no Rio precisa de duas coisas.
De policiais corruptos e de esquemas financeiros capazes de lavar dinheiro rápido, em volume alto.
É surreal de acreditar como que uma pessoa querendo ser o presidente do Brasil, ele tentou anular o júri de um cara que impediu uma criança de 5 anos de viver.
Eu não acredito que um defensor de bandido vai fazer algum tipo de segurança.
Ana Clara, 5 anos, morta a tiros: Flávio defendeu o policial acusado?
Revelando: República dos Laranjas com Fábio Porchat | Ep. #7
Fábio Porchat voltou com uma história ainda mais escandalosa
Lula propôs abrir sigilos no debate: Flávio vai aceitar o desafio?
Abre o sigilo, Flávio? Quem não deve, não teme
Proposta pode acabar com o código de lote gravado na munição